segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Detalhes nem tão pequenos


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     Test-drive é bom, mas não há como negar: é no convívio de longo prazo que as qualidades de um carro (positivas e negativas) são notadas com maior intensidade. No caso de modelos cujo design é o grande destaque, o cuidado para evitar desilusões deve ser redobrado.
     O EcoSport tem um olhar hipnotizante, com leds de alto brilho desde as versões mais simples. O para-choque dianteiro com grade enorme também ajuda a conferir uma cara de mau ao SUV urbano. Estacionado ao lado do Etios – outro integrante da frota de Longa Duração –, a diferença é nítida: “Não é raro outros funcionários da Editora Abril aproveitarem o horário do almoço para fazer uma visitinha às vagas de QUATRO RODAS. Vivem fazendo perguntas sobre o Eco, mas raramente dão atenção ao Etios”, diz o editor Péricles Malheiros. Mas um olhar um pouco mais atento revela a qualidade de montagem muito superior do Toyota. Na carroceria, as partes móveis (tampas dianteira e traseira e portas) têm vãos regulares tanto de espaçamento quanto de nível. No nosso Eco, a tampa do porta-malas é desalinhada nos quatro pontos onde encontra a carroceria. Já na junção das portas dianteiras com a capa do para-choque há um degrau. Se fosse para dividir os carros da atual frota de Longa Duração em dois times, o Eco ganharia a companhia do Onix na seleção dos desalinhados, enquanto A 200, HB20 e Etios formariam o trio dos alinhados. Após algum tempo de rodagem, poderemos avaliar melhor o estreante Peugeot 208, que acaba de ser incorporado à turma.
     Entre as qualidades notadas no Eco com o passar do tempo, é possível destacar o acesso rápido a alavancas e botões, a facilidade de uso dos comandos de voz do rádio com Ford Sync e até a calibragem descomplicada do estepe, com suporte na tampa traseira. Ainda assim, detalhes menores como o porta-óculos que vive travando e console central com pintura que ofusca a visão do piloto incomodam bastante.
     Consumo
No mês (19,8% na cidade) - Etanol 8 km/l
Desde dez/12 (24,9% na cidade) - Etanol 7,8 km/l
Principais ocorrências
6 290 km marcador de combustível indica nível abaixo do real
8 968 km Alarme dispara com o carro estacionado sob chuva intensa
9 326 km Substituição de braços e palhetas do para-brisa em garantia. estavam trepidando
10 857 km palheta do limpador de para-brisa voltou a vibrar
16 308 km espelho do para-sol direito solto
16 645 km portinhola de acesso ao bocal de abastecimento do tanque solta
17 669 km Borracha da porta traseira direita solta
18 565 km Alarme dispara com o carro estacionado sob chuva intensa
24 792 km portinhola de acesso ao bocal de abastecimento do tanque solta
24 901 km marcador de combustível indica nível abaixo do real
36 909 km Ar-condicionado fraco. Ganhou recarga de gás, mas voltou a enfraquecer.

Fonte: Quatro Rodas

terça-feira, 18 de junho de 2013

Os suspeitos

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     Nosso Onix passou a roncar. Nada de tirar o sono, só um ruído de rolagem em baixa velocidade.
     Nosso consultor, Fabio Fukuda, fez a inspeção e disse: “Não há folga de bucha, nada está raspando e os rolamentos estão ok. Deve ser pneu”. O tira-teima foi feito na Morumbi Pneus, oficina paulistana autorizada da Bridgestone, mesma marca dos pneus do nosso Onix. Relatamos o problema ao técnico, que nos respondeu com uma pergunta: “Fez rodízio há pouco tempo?” Dissemos que sim, na revisão dos 10 000 km. “É isso. A diferença de desgaste da banda de rodagem entre os eixos dianteiro e traseiro pode gerar ruídos, mas eles tendem a sumir com o tempo”, disse o técnico.
Consumo
No mês (56,5% na cidade) - Etanol 7,3 km/l
Desde dez/12 (31,3% na cidade) - Etanol 8,5 km/l

Fonte; Quatro Rodas

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Lendas de Garagem - 06



É melhor para o motor usar gasolina aditivada ou "premium".

VERDADEIRO
Os dois tipos de gasolina contêm elementos químicos detergentes, que ajudam a manter o motor limpo. Recomenda-se, entretanto, consultar a especificação exata indicada no manual do proprietário e usar apenas o combustível indicado para seu carro. 

Fonte: Quatro Rodas

segunda-feira, 4 de março de 2013

Lendas de Garagem - 05


Lavar o motor pode trazer problemas em seu desempenho
VERDADEIRO
Antigamente, lavar o motor e deixá-lo tinindo era sinal de capricho para os apaixonados por carro. Mas o tempo passou, a eletrônica invadiu os veículos e trouxe algumas restrições, como a lavagem do motor. Mais do que prejudicar o desempenho, a água pode danificar os componentes eletrônicos instalados sob o capô. Muitos postos nem oferecem mais o serviço. A alternativa é utilizar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor. 

Fonte: Quatro Rodas

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Lendas de Garagem - 04



Pulverizar o chassi do carro com Óleo de mamona ajuda na conservação.
FALSO
A pulverização de óleo de mamona por baixo do carro era prática comum após a lavagem, porém não é recomendada porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação. 

Fonte: Quatro rodas